sábado, 12 de abril de 2008

"Enquanto a chaleira chia, o amargo vou cevando..."


No momento faço o que o título do post diz... E não preciso de mais nada!
Um abraço e bom final de semana aos amigos e amigas, de todas as querências!!!

Otto - ao som de Almôndegas - "Amargo"

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Muito trabalho sem diversão, faz de Jack um bobão! *

Essa semana começou puxada aqui no trabalho. Eu tava esperando mesmo, visto que começamos a botar efetivamente a “mão na massa” em um novo projeto. Acho que o último de um ciclo de quase 2 anos, o que faz surgir um pouco do meu saudosismo embutido sobre as coisas e fases da vida... Sim, já disse e repito: Sou um puta saudosista!
Mas não tenho do que reclamar, já que recebi ótimas notícias ontem a respeito de mudanças profissionais que estavam sendo aguardadas já fazia um tempo. E só tenho a dizer que estou bastante empolgado com isso!!! Depende de algumas definições aqui e ali, mas tudo se concretizará em breve, eu espero. Gosto de mudanças e essa vai vir em um momento em que se faz necessario mudar... Point of no Return!
E realmente, não tenho mesmo do que reclamar... Tive um final de semana excelente, com direito a shows, pôr-do-sol, muito mate e Brique, dentre otras cositas más ;-)

Parece coisa de profeta, mas num post passado eu cantei a pedra: “The Times They Are A-Changing”. Nada como um dia depois do outro... :-)
De resto, curtindo muito tudo o que tem acontecido em minha vida. Muito mesmo!!!
E assim, como se sente o amigo Pablo, estou na contagem regressiva para uma viagem que promete muitas alegrias, sensações, emoções e diversão...
Faltam 10 dias!

Era isso... Quando der na telha, escrevo um pouco mais por aqui

Otto – ao som de Stevie Ray Vaughan – “Life By the Drop”

* Tradução livre da passagem “All work and no play makes Jack a dull boy” extraida do filme “O Iluminado”... Uma frase a ser sempre lembrada de um filme muito do caralho, que ando precisando rever.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Vivendo e Aprendendo – Parte 1

Vocês por acaso sabiam que o Uruguai é um exemplo de Estado Unitário? Eu não.
E pra ser sincero até ontem eu nem sabia o que era um Estado Unitário. E agora algumas coisas que eu pensava sobre a nação e o governo dos nossos queridos vizinhos passam a fazer bem mais sentido.
Assunto deveras interessante que merece ser explorado!!!

Obrigado pela informação e pelas aulas que tenho recebido, querida professora. :-)

Otto – ao som de Jorge Ben - “Zumbi”

PS: Aos uruguaios de plantão um recado: Em breve os estarei visitando, com desejo intenso de comer mollejas con chimichurri y otras cositas mas... Aguardem cenas dos próximos capítulos!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Revelations...Or just something to really think about

“A vida é como um passeio num brinquedo de parque de diversões... Quando estamos nele, pensamos que é real, porque esse é o quão poderosa nossa mente é. E ele sobe e desce, vai e volta, tem emoções fortes, felizes, tristes. É brilhante e colorida. Há muito barulho e é divertida por alguns momentos. Alguns já estão nele há algum tempo e começam a questionar: “Isto é real? Ou é apenas uma volta?” E algumas pessoas se lembram, viram-se para nós e dizem:
“Ei, não se preocupe, não tenha medo. Pois isso tudo é só uma volta...”
E nós acabamos com essas pessoas: “Cale a boca! Eu investi muito nesse passeio! Olhem para as minhas rugas! Olhem para a minha conta bancária e minha família... Isto tem que ser real!”
É só uma volta... Mas sempre acabamos com aquelas boas pessoas que tentam dizer isso, já reparou? E nos entregamos aos selvagens... Mas não importa, porque é só uma volta e podemos mudá-la sempre que quisermos.
É apenas uma escolha. Sem esforço, nem emprego, nem profissão, nem poupanças, nem dinheiro. Só uma escolha, entre o medo e o amor”


Bill Hicks, comediante americano.
Parte extraída de “Revelations”, uma performance do comediante gravada por um canal de televisão britânico em 1993.
Tradução livre de um áudio do filme Zeitgeist (http://www.zeitgeistmovie.com/) - Por favor assistam!!!

Otto - ao som de Stone Temple Pilots - "Plush (Acoustic)" e sem medo.

segunda-feira, 31 de março de 2008

The Bucket List

Fui ao cinema ontem assistir esse filme e hoje, pensando sobre o programa, me dei conta de que fazia muito tempo que não ia ao cinema. Gosto muito de assistir filmes, mas nos útimos tempos tenho ido pouco ao cinema. Tenho preferido assistir aos filmes no aconchego do lar no DVD. Ainda assim, nos últimos tempos, tenho assistido poucos filmes em casa também, bem como tenho lido bem menos também...O livro do Coltrane tá na metade e o Ismael no começo, mas não consigo ir mais além nos dois...Sinto falta.
O que me serve de consolo é que tenho baixado e escutado muita música...Ao menos isso!!!

Mas o post não é sobre hábitos saudáveis que eu estou curtindo ou não e sim sobre uma idéia que é o mote do filme que eu citei no título do post. Na mania brasileira de traduzir as palavras e frases erroneamente, The Bucket List ficou sendo “A Lista da Bota”, pelo simples fato de que o termo bucket é usado numa expressão que faz referencia a morte - desculpem, mas não lembro a frase correta -, tipo o nosso “bater as botas”. Por conta disso, a tradução ficou assim...

Mas o post não é sobre as traduções mal feitas e sim sobre o conteúdo da tal lista. Não entrarei em detalhes sobre o filme, mas adianto que a lista contém algumas coisas que os personagens teriam vontade de fazer antes de morrer. Ufa, finalmente consegui chegar ao assunto do post!!!
Pensando nisso e sem muito no fato da morte em si, adianto algumas coisas que eu colocaria nessa lista e gostaria imensamente de fazer antes de “abotoar o paletó” (só pra ser diferente de bater as botas...) :-P .
Lembrando: Não tem ordem de importância nisso tudo...São apenas pensamentos e desejos que gostaria de realizar.

- Assistir a um show do quarteto clássico do Coltrane (ele, McCoy Tyner, Reggie Workman e Elvin Jones): Começo pelo desejo impossível, visto que Coltrane já passou dessa pra uma melhor, mas tinha que coloca-lo nessa lista... Prometo que os demais serão, digamos assim, tangíveis.
- Fazer a travessia
Transiberiana
- Pular de paraquedas (esse tá no filme)
- Aprender a surfar e poder pegar umas ondas no Havaí
- Ter um bar, no melhor estilo Irish Pub, comigo atendendo atrás do balcão.
- Ter um filho/filha e fazer uma tatuagem em homenagem a ele/ela.
- Amar, amar e amar incondicionalmente, sempre!!!
- Dirigir um Porsche Carrera, pisando fundo no acelerador.
- Poder ir num show de jazz no Village Vanguard e no Blue Note em Nova Iorque.
- Montar uma banda com meus irmãos, comigo tocando bateria.
- Fazer o bem sempre e ter a sensação de dever cumprido, no que diz respeito em de alguma forma, ajudar alguém que precisa.
- Pilotar um avião.
- Morar numa casa, onde eu possa ter um pátio com um cachorro companheiro, uma hortinha e uma cama elástica profissional.
- Ter um programa de rádio, onde eu tocasse só que eu tivesse vontade de que os outros conhecessem.
- Ver um disco voador e ter contato com um ET: claro que sobrevivendo e tendo provas pra contar depois.
- Assistir a um All Star Game da NBA naquela fila quase dentro da quadra.
- Assistir um show do Led Zeppelin, ainda que com o filho do
“homi” na batera
- Conhecer a Grécia, o Egito, a Turquia, além da Irlanda, a Escócia e Inglaterra. Ou melhor: conhecer no mínimo uns 30 países. :-)
- Ser rodie de uma grande banda, tipo o Pearl Jam e fazer uma tour mundial de 1 ano com eles.

Espero poder realizar ao menos alguns desses itens... Com certeza morreria muito mais faliz!!!

Otto – ao som de Pearl Jam – “Wishlist”

quinta-feira, 27 de março de 2008

Retomando um bom e velho hábito

Depois de alguns bons anos – de acordo com meus cálculos, uns 5 – sem efetivamente tocar nada no violão, ontem toquei até cansar ...Falta ritmo na mão direita , e claro que algumas canções com acordes mais escabrosos - tipo o Em5-/7. Quem conhece, sabe do que eu to falando – ficaram intocáveis literalmente e não fizeram parte do set list do pocket show pra minha convidada mais que especial... Mas essa aqui, se fez presente de uma forma bastante inusitada e acidental :-)

E hoje cedo, ao chegar ao trabalho, me lembrei novamente que fazia todo esse tempo. Porque quando sentei na frente do micro e fui digitar meu user/password, senti um certo desconforto em três dedos da mão esquerda...O calo que ali existia em outra época, se foi. Paciência, assim que eu pegar ritmo, ele volta. A empolgação de tirar novas canções é forte e creio que veio pra ficar.

Me dei conta que desde que comecei a tocar percussão - Djambé & Cajón, pra ser mais exato - meio que larguei de mão da viola. E por falar em viola, estou muito inclinado a aposentar a velha viola de guerra. Aquela que se falasse, contaria muitas histórias sobre mãos que nela tocaram e músicas reproduzidas. Aquela que merece um lugar de destaque na minha casa, pois é uma verdadeira relíquia e que traz lembranças maravilhosas de outras eras.

Pretendo investir num novo instrumento, tudo levando a crer que será com encordamento de nylon. Mas confesso estar muito tentado a encarnar um Bob Dylan dos Pampas e adquirir uma viola folk. Mas na real, nunca me adaptei a tocar com palheta...

Veremos...Aguardem cenas dos próximos capítulos...

Otto – ao som de The Black Crowes – “She Talks to Angels (Acoustic)”

quarta-feira, 26 de março de 2008

Uma Pergunta Que Não Quer Calar – Parte 1

Porque alguns cobradores de ônibus deixam a unha do dedo mindinho (ou minguinho) num tamanho totalmente desproporcional as unhas dos demais dedos?

Otto - ao som de Queens Of Stone Age - "No One Knows"